ViveVive só no presente e usa a ciência de sentir,que não é ciência nenhuma.
As coisas são o que são, o tempo não é medida.Ninguém tem régua e compasso das coisas.
Assim, só fica a marca dos sapatos na areia, o fumo do charuto no ar,
o vapor do abstinto na sala
o aroma do café na manhãe o sabor de cada beijo.
Eles sentiamEles sentiam aquela sensação de estar a mais. De ser demais. De querer mais , mas não saber o mais que se quer.Era difícil a comunicação. Só entre eles, com siglas, códigos senhas, metáforas.Sabiam que uma bola de certo acerta na outra. Essa atinge uma outra . Mas a partir daí, qual bate em qual, nínguem pode saber. A incerteza , o acaso, a sorte , o azar, o fado, a sina.