domingo, julho 15, 2007


Aquele sítio (2)




Quando passava por ali nas manhãs nítidas da vida tudo parecia claro e transparente, o bosque era o paraíso do teu cão, a ria casava a terra com o mar e a bruma era vigiada por sentinelas que não a deixavam invadir a cidade.

Um comentário:

Leonor Branco disse...

Gostei do teu blog