quinta-feira, setembro 21, 2006


No vendaval

As memórias recentes desapareciam como o giz no quadro da escola de um dia para outro. Apagam-se assim palavras como tramontana, talaiot ou abuarcas, aromas como o dos pinheiros, imagens como a da água turquesa e sensações como o repouso dos sentidos .

3 comentários:

Anônimo disse...

Linha gráfica e literária que se mantém no mesmo rumo, e em alto nível, ao fim de tanto tempo, carece de parabéns.
Um abraço.
P. Silva, ex-companheiro de xadrez em tempo de trabalho

Nesita disse...

Porque é não ficam, essas memórias?

Márcia do Valle disse...

Gostei dessa metáfora com o giz. Aliás, achei de muito bom gosto o seu cantinho virtual. bjs